Ciclofemini
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Em tempos de discussão sobre a qualidade do transporte público no Brasil, a bicicleta já se mostrou uma opção em países europeus, como na Irlanda. Será que no Brasil ela funcionaria?

edublin

Segundo a Gardaí, a polícia irlandesa, as ruas de Dublin foram consideradas recentemente pela RSA (Road Safety Authority) as mais seguras entre todas as capitais da União Europeia. O índice é baseado principalmente no número de mortes em estradas e ruas do país. Em 2012, segundo a RSA, 162 pessoas perderam suas vidas no trânsito, o índice mais baixo já registrado.

Brasileiros que vivem em Dublin, a capital onde o número de mortes no ano passado foi 12, sentem os números na prática: “Aqui eu me sinto um pouco mais segura, os motoristas respeitam mais do que no Brasil”, afirma a organizadora de eventos Sabrina Menis, que está há três meses na Irlanda estudando inglês. Essa sensação de segurança faz com que boa parte dos cerca de 12 mil brasileiros que vivem no país (Garda National Immigration Bureau – GNIB) faça da bicicleta seu meio de transporte enquanto vive em solo irlandês. Respeitando as leis que regulamento o trânsito por aqui, eles garantem que dá para se locomover com tranquilidade e sem riscos.

A capital tem 201 km de ciclovias. Segundo a Gardaí, 10 mil pessoas pedalam todos os dias pela Grande Dublin, quem tem cerca de 1,2 milhão de habitantes. Quem não tem sua própria bicicleta pode usar uma das 550 disponíveis pelo Dublin Bikes, um projeto do governo que disponibiliza bikes no centro da cidade por uma taxa de 10 euros (27 reais) ao ano.

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