Ciclofemini
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fonte:http://papel.deparede.com.br/

Os oceanos dão a água, a comida e a maior parte do oxigênio que você respira. Agora essa riqueza está correndo um perigo mortal. E a culpa é do homem.

Se o mar fica doente, nós sentimos. Se ele morrer, nós morremos. O nosso futuro e a situação dos oceanos são uma coisa só”. O alerta é da oceanógrafa norte-americana Sylvia Earle, que dedicou 43 dos seus 63 anos à pesquisa dos ecossistemas marinhos. Se Earle estiver certa – e poucos cientistas conhecem os mares tão bem quanto ela –, podemos começar a nos preocupar com o destino das próximas gerações.

Os oceanos vão mal de saúde. Eles recebem todo ano cerca de 3 milhões de toneladas de petróleo e derivados, 400 000 toneladas de metais pesados e 55 000 toneladas de pesticidas, além da enxurrada de esgotos despejados por emissários submarinos ou diretamente nas praias.

A pesca predatória está dizimando a maior parte das reservas mundiais de peixe. E o número de espécies marinhas na sombria lista dos animais em risco de extinção já chega a 130. Com esse quadro dramático, o mar não poderia mesmo estar para peixe. Se nada for feito, brevemente não vai estar para ninguém.

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