Ciclofemini
Ciclofemini
Ciclofemini

Assim como qualquer outro órgão do corpo que se beneficia das vitaminas e nutrientes provenientes da alimentação, o cérebro também precisa de cuidados específicos para manter suas atividades em dia.

“Boas escolhas alimentares, como frutas, vegetais, folhas escuras e oleaginosas, definitivamente influenciam as atividades cerebrais porque possuem fotoquímicos riquíssimos em antioxidantes que protegem o cérebro dos efeitos dos radicais livres”, garante o Dr. Winston Graig, coordenador do departamento de nutrição, da universidade adventista, Andrews, nos Estados Unidos.

Opinião compartilhada pelo autor do livro, Brain Diet (A dieta do Cérebro, sem tradução para o Português) Dr. Alan Logan. “Em geral, quanto mais intensa for a cor natural o alimento maior é a quantidade disponível de antioxidantes e  fotoquímicos  anti-inflamatórios que irão atuar contra os radicais livres. Por isto, a dica é variar ao máximo a quantidade de alimentos naturalmente coloridos”. Para quem não se lembra, os antioxidantes são substancias formadas por vitaminas, minerais e pigmentos naturais encontrados nos vegetais e que bloqueiam a atividade dos radicais livres, que oxidam e que destroem células saudáveis do corpo.

Exemplo desse poder exercido pela cor é o da maçã. “Maçã com casca  contém alguns dos índices mais altos de quercetina, os dos mais eficazes tipo de antioxidantes” – processe Dr. Craig. “As vermelhas são ainda melhores porque contém flavonoides, outro antioxidante”. Ele ainda menciona a cebola, o açaí e as frutas vermelhas como boas fontes de antioxidantes para o cérebro. Além dos coloridos do bem, a soja também figura entre os alimentos que não devem sair do cardápio.

Craig afirma que pessoas que consomem soja podem se sair melhor em testes de memória. Quem explica o porquê é o pesquisador da Embrapa Soja, José Mandarino. “As leguminosas, como a soja, contém fosfolipídios que estão presentes na fração oleosas destes alimentos. Essas substâncias são excelentes para as funções cognitivas em qualquer idade”. Para conseguir os benefícios dos fosfolipídios, Mandarino recomenda o consumo do grão inteiro cozido ou da farinha de soja.

A Maçã

A maçã é um fruto com composição química distribuída em: 85% de água, 0,5% de proteínas e 14% de hidratos de carbono. A sua grande capacidade mineralizadora deve-se à grande abundância de sódio, potássio, magnésio e fósforo. Contêm vitaminas A, B1, B2, B6 e C além de ser uma boa fonte de vitamina C, o que significa que reforça o sistema imunológico, ajuda à cicatrização, combate o envelhecimento, entre outros benefícios.

Por ser um fruto depurativo e desintoxicante, especialmente indicada para indivíduos com obesidade, acidez, diarréias, convalescenças, a maçã favorece as secreções do aparelho digestivo e também auxilia nas funções do trato do respiratório, dos rins e do fígado.

A maçã funciona como uma “limpadora natural” da boca e da faringe. Ao ser engolida, ela raspa a superfície desses dois órgãos, evitando que a saliva grossa chegue à laringe, retirando as secreções que dificultam a vibração das pregas vocais, deixando a saliva mais rala e favorecendo a articulação das palavras.

Duas maçãs por dia ajudam a reduzir os níveis de colesterol no sangue em até 10%. Também ajuda na limpeza dos dentes e fortalece as gengivas. O consumo da maçã é fundamental para uma alimentação saudável, pois contêm uma quantidade de flavonóides, que são conhecidos pelas suas fortes capacidades antioxidantes que atuam eliminando os efeitos do mau colesterol.

As maçãs ajudam as células do organismo a manterem-se jovens, proporcionando um conjunto de nutrientes fundamentais ao equilíbrio do nosso organismo e dão energia ao corpo e à mente.

Conhecida como “comida rápida”, a maçã é ideal para o dia-a-dia, leva-se para todo o lado, é saborosa e contém açúcares naturais que rapidamente fornecem energia ao organismo nas horas de maior fadiga.

Fontes:

Revista Saúde

Central do Pilates